Rua Francisco Sá Carneiro, 175
4600-758 Amarante
Telefone: 936 340 006
Só aceita pagamento em dinheiro.
Fecha domingo a seguir ao almoço e segunda-feira todo o dia.
O concelho de Amarante ainda preserva muitas tascas, à maneira antiga, a servir bons petiscos e mesmo pratos tradicionais, como deve ser. É assim também na Tasca das Alminhas, no centro da cidade, que nos recebe com muita simpatia. Cá fora uma esplanada muito concorrida pelo bom tempo, lá dentro uma sala espaçosa, com pequena lareira para os dias bem frios de inverno. Mas o que ali nos aquece é a qualidade da comida, entre muitos petiscos e pratos variados. O serviço é simples, mas muito simpático e vai-nos acompanhando ao longo da refeição. Como também é tradição neste tipo de tascas, abre ao meio-dia e fecha às 23:00, servindo ininterruptamente.
Pão de Padronelo estaladiço e broa de milho saborosa acompanham azeitonas bem temperadas e presunto fatiado fininho, de boa qualidade. Depois vêm alguns fritos e alheira grelhada e chouriço assado muito bons. Há sempre uma sopa do dia, normalmente de bons legumes da horta.
E não pode faltar o bacalhau, de posta alta a lascar, demolhado à maneira antiga, no ponto, principalmente frito de cebolada com óptima batata frita às rodelas grossas e molho farto e o bacalhau no forno com broa, muito bem preparado. Filetes de pescada e de polvo são outras especialidades, e muitas vezes aparecem carapaus e petingas fritos na companhia de arrozinho malandro, de que depois se preparam escabeches saborosos. Nas carnes a vitela assada no forno é rainha. Mas também o cabritinho do monte igualmente preparado no forno, ambos na companhia de batata assada e arroz soltinho, de grande qualidade. Os rojões não podem faltar numa tasca minhota e também um óptimo arroz de pato, à maneira antiga.









Há sempre doçaria tradicional e na época serve-se melão, casca de carvalho, daquele levemente apimentado.
Embora tenha uma boa oferta de vinhos de várias regiões, são os vinhos verdes que têm maior procura. E não faltam os verdes tintos, sobretudo da casta Vinhão, daqueles que “pintam” a malga ou a caneca de louça, outra tradição que aqui é respeitada e muito bem.
Depois, uma volta a pé pelo centro histórico de Amarante recomenda-se vivamente…